A Ponte do Boa Esperança, sobre o Córrego Fundo, foi reaberta ao trânsito em 16 de outubro de 2026, segundo a Prefeitura de Cuiabá. A liberação restabeleceu a ligação entre o bairro e a Estrada do Moinho, na região do Coxipó.
A travessia foi liberada antes do fim dos trabalhos depois que parte da estrutura cedeu. De acordo com a prefeitura, a reconstrução manteve o trecho não atingido e refez a parte danificada.
A ponte atende os deslocamentos entre Boa Esperança e a Estrada do Moinho, em Cuiabá, e está aberta a veículos leves e pesados. A Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras (SMINFRA) informou que os serviços restantes dependem de um período sem chuvas.

A prefeitura também apresentou a avaliação técnica dos danos causados pela ação da água no Córrego Fundo e a solução adotada na reconstrução. A previsão inicial era concluir a obra até o fim de outubro, condicionada às condições do tempo.
Liberação da ponte e etapas finais da obra
Segundo a Prefeitura de Cuiabá, a liberação ocorreu antes do término dos serviços porque o aterro e a base dos acessos já estavam concluídos. A pista foi aberta enquanto ainda faltavam etapas de pavimentação e acabamento.
A Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras (SMINFRA) aguarda um período sem chuvas para fazer a imprimação, preparação da base para receber o asfalto, e aplicar a capa asfáltica. O cronograma dessas etapas, portanto, depende de condições de tempo seco.
Também estão previstos guarda-corpos, meio-fios, sarjetas e calçadas. Conforme a prefeitura, os trabalhos nas laterais serão feitos fora da pista, com cones e sinalização para delimitar as áreas de serviço e proteger as equipes.
Danos na estrutura e solução adotada na reconstrução
A avaliação técnica apresentada pela Prefeitura de Cuiabá apontou que a fundação anterior era superficial. A ação contínua da água do Córrego Fundo escavou o terreno sob a estrutura e comprometeu parte da ponte.
O trecho que não foi atingido foi mantido, enquanto a parte danificada precisou ser removida e reconstruída. A intervenção concentrou a substituição na área afetada pela erosão, sem refazer a parte preservada.
Na reconstrução, foram cravadas estacas metálicas a 12 metros de profundidade. Elas foram ligadas por uma base de concreto que sustenta os elementos de apoio das vigas e da laje, solução adotada para reduzir o risco de problemas semelhantes.


